segunda-feira, 11 de abril de 2011

A ORIGEM DO Tim Tim


Deu No Blog " Papo De Bar"...No Portal Yahoo Blogs

Os romanos já lançaram uma moda mais comum por aqui. Quem nunca viu a coroada jogando o primeiro gole no chão e anunciar “pro santo!”?

Pois é, até aí está tudo bem. O lance tenso vem depois. O brinde era coisa obrigatória para selar o fim de um conflito. Depois da caozada resolvida, o vence dor tinha que dar o primeiro gole para provar que não iria envenenar o novo coleguinha.

E, o ato de dar a batidinha costumeira no copo do camarada, tão comum na contemporaneidade, é por que usavam o “tim-tim” na esperança de que, caso houvesse veneno, o maldito se depositaria no fundo da tulipa (se não acredita no amigo bebum aqui pode ler no livro “A Gentleman Raises his
Glass”).


Read more: http://www.papodebar.com/como-surgiu-o-brinde-tim-tim/#ixzz1JG7CYyfF

É Esta Uma Das Primeiras Postagens Em Que Não Me Aproprio De Imagens Capturadas (Desapropriadas) da Net...A Foto Foi feita Por Mim...Via Celular No Quarta Básica da Semana Passada No Lira de Ouro

quinta-feira, 7 de abril de 2011

INTOLERÁVEL

INTOLERÁVEL


Intolerável

Esta guerra de não

Intolerável, intolerável, intolerável

A falta da canção No coração

Ah! Quanta falta Me fazem as palavras

Que jah não me atacam

Na vontade de tornarem-se

Frases de meus poemas

Oh! Que horror

Este sintoma lacônico

Que surge de inefável Elegia

Que me doma

Nas poucas palavras

Que me acodem

No poema pequeno

De meu dia

FUNDAMENTALIZANDO MEU LUTO


A Parte Ruim Da Globalização Chegou Há tempos...A Parte Terrível Chega Agora...O Mundo Chamado Desenvolvido Aproximou-se Mais De Nós Com A Ação de Terror Desta Manhã...A América do Norte E A Europa Ocidental Guardam Más Lembranças De Ataques Mortais A Alunos De Escolas...Do Outro Lado...Um Mundo Que Não è Reconhecido Por Sua Longa História E Que Chama A Atenção Pela Forma Com Que Uniu Politica e Religião...No Que Se Chama de Fundamentalização...Também Se Deixou Ver...Nesta Triste Manhã...Com Os Pedidos Deixados Pelo Assassino Em Sua estranha Carta...Uma Carta Que Mistura Termos Cristãos Com Atitudes Islâmicas, No Que Tange A Noção De Fiel E infiel e Puro E impuro...Fica O Alerta...A Pulga Atrás Da Orelha...O Medo a Rondar....

segunda-feira, 4 de abril de 2011

GOSTO DE AVOAR AVOANDO


Hoje O Choppinho Digital Completa Mais Um Ano...Anda Meio Magoado, Magro e Em Desânimo...Quase Não Falah...Mas Ainda É O Blogg Do Sylvio Neto...Afinal A vida Se Faz Dia A Dia...

Estava Desligado E Não Fosse O Voador Márvio A Lançar Um Alerta Passaria O Dia Desapercebido e Comum Tal Qual todos Os Dias de Desaniversário...

Márvio Aliás, Além De Me Lembrar Da Data...Me Ofereceu Uma Carona Para Vôo Duplo Em Suas Asas - Márvio Não é Anjo e Nem O Alfa E nem O Beta, Muito Menos O Alfa/Ômega Apesar De Ser Bem Próximo - Márvio é O Delta...Voador De Asa Delta...

E Assim Mo Deu O Mote Para este Post...

Durante A Semana Que Segue, Vou Entoar Todos Os Dias "Tempo Bom, Tempo Bom, Tempoooooo Boooooommmmmmmmmm" - E Ainda Conto Da Ajuda Dos Honoráveis Leitores..." Tempoooo Boooommmmm, Tempooooo Boooommmmmm"...Fim De Semana Que Urge...Japeri Lá Vamos Nós ... AVoar!!!!!!!

Sabe Galera!! ... Eu Preciso Avoar Avoando...Porque Avoar Em Terra Jah Avôo, Todo Dia...Preso A Terra Como Se Pregado Fosse ao Chão, E Ainda Assim, Avoado, Avoado...Como Um Louco Ou Um Demente...Vendo A vida Passar Em Slow Motion Ou Em Fast Foward...

Ao Menos A Poesia Rodeia Os Vôos...

AVOANDO ARRIBADO

" Arribo-me
De pé nesta
Proa Voadora

Algoritmo
De uma exceção
Ponto fora da curva
soul

E rio...
Do explendor
Que é luzir
Extra parte
Do luzidio comum

E choro
Transparentes marinadas
Gotas de minhas
entranhas
Estranha forma
De me dizer de mim

E vivo, assim!
Avoado a voar
Arribado de pé
na Prôa
Assim...
A Arder...

segunda-feira, 21 de março de 2011

Cidade Negra: Além do Arco Íris Na Nova Novela da Globo


Acabou de acabar (21:30), no Projac, a festa de lançamento da nova novela das sete da Rede Globo, Morde e Assopra, novela de Walcyr Carrasco...

E uma de minhas fontes - fidedignas - lá da Globo, manda a novidade que segue aqui...

A música Somewhere Over The Rainbow em versão do Cidade Negra - que fala sério, sempre que se atreve a esta difícil missão, manda super bem...E isso jah rola desde o primeiro album - estará sendo executada já no primeiro capítulo como tema da personagem da atriz Flávia Alessandra.

A música, também conhecida por Over The Rainbow (seu verdadeiro nome), foi composta por Harold Arlem e é do final dos anos 30 (1939) ... Foi escrita para o maravilhoso filme, O Mágico de Oz e era executada pela grandiosa Judy Garland...Mas, um sem número de artistas a tem executado em multiplas e variadas e lindas versões.

Outros filmes já mostraram esta música..." Bom Dia, Vietnã" ... É um deles, no medley What a Wonderful World/Somewhere Over The Rainbow executado pelo havaiano Israel Kamakawiwo´ole ... "Como Se Fosse A Primeira Vez", também...(recomendo o filme e a sua trilha sonora ... que é duca...muito reggae e emoção)

Um grande cast de artistas, tais como os que seguem, já a regravou: The Beatles, Celtic Woman, Jewel, Celine Dion, Aretha Franklin, Patti LaBelle, Beyonce, Guns and roses, Chris Impellitteri, Eric Clapton, Faith Hill, Frank Sinatra, Shania Twain, Ray Charles, Mariah Carey, Crystal Kay, The Ramones, Louis Armstrong, Ingrid Michaelson, NOFX .

Aqui no Brasil, Nara Leão e Luíza Possi também se atreveram...

A bélissima atriz Flávia Alessandra, com a personagem Naomi, que já está morta, quando do início da novela, terá a música interpretada pelos manos do Cidade Negra, como tema.



A novela será uma grande história de amor...Tal qual a que tenho com o Cidade Negra e com a galera - gente do Cidade Negra: Lau, Bino e Tony...E é óbvio, que também tenho, com os ex Cidade Negra: Da Gama e com meu cumpadi Ras Bernardo...Tal qual a que com certeza tem a Pian em Belford Roxo, talvez toda Belford Roxo e ainda o Brasil.

Então é isto, todos ligados em mais esta vibe do Cidade Negra...Sucesso garantido...Sobre Todas As Forças, Muito Além do Arco Íris (nome do meu papi)

Obs 1: Dados sobre a musica Somewhere Over The Rainbow, retirados do Wikipédia e os da novela do site da mesma.

Obs 2: As imagens eu capturei (saca invasão e ocupação, a velha questão das discussões do MST?) entaum...Capturei...Mas oh, eu naum lucro com o Blog ele é um prazer...

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Um Islamismo Em Busca da Democracia As Voltas Com O Deserto do Real

Slajov Zizec, continua seu caminhar pelos Desertos do Real. Seu texto sobre as recentes - históricas - pendengas no mundo Árabe, desta feita, mais especificamente sobre o Egito faz suar e soa bem alto...Segue:

Internacional| 02/02/2011 | Copyleft

Por que temer o espírito revolucionário árabe?

A reação ocidental aos levantes no Egito e na Tunísia frequentemente demonstra hipocrisia e cinismo. A hipocrisia dos liberais ocidentais é de tirar o fôlego: eles publicamente defendem a democracia e agora, quando o povo se rebela contra os tiranos em nome de liberdade e justiça seculares, não em nome da religião, eles estão todos profundamente preocupados. Por que aflição, por que não alegria pelo fato de que se está dando uma chance à liberdade? Hoje, mais do que nunca, o antigo lema de Mao Tsé-Tung é pertinente: "Existe um grande caos abaixo do céu - a situação é excelente". O artigo é de Slavoj Zizek.

O que não pode deixar de saltar aos olhos nas revoltas Tunísia e Egito é a notável ausência do fundamentalismo islâmico. Na melhor tradição democrática secular, as pessoas simplesmente se revoltaram contra um regime opressivo, sua corrupção e pobreza, e demandaram liberdade e esperança econômica. A sabedoria cínica dos liberais ocidentais - de acordo com os quais, nos países árabes, o genuíno senso democrático é limitado a estreitas elites liberais enquanto que a vasta maioria só pode ser mobilizada através do fundamentalismo religioso ou do nacionalismo - se provou errada.

Quando um novo governo provisório foi nomeado na Tunísia, ele excluiu os islâmicos e a esquerda mais radical. A reação dos liberais presunçosos foi: bom, eles são basicamente a mesma coisa; dois extremos totalitários - mas as coisas são simples assim? O verdadeiro antagonismo de longa data não é precisamente entre islâmicos e a esquerda? Ainda que eles estejam momentaneamente unidos contra o regime, uma vez que se aproximam da vitória, a sua unidade se parte e eles se engajam numa luta mortal, frequentemente mais cruel do que aquela travada contra o inimigo comum.

Nós não testemunhamos precisamente tal luta depois das eleições no Irã? As centenas de milhares de apoiadores de Mousavi lutavam pelo sonho popular que sustentou a revolução de Khomeini: liberdade e justiça. Ainda que esse sonho tenha sido utópico, ele levou a uma explosão de criatividade política e social de tirar o fôlego, experiências de organização e debates entre estudantes e pessoas comuns. Essa abertura genuína, que liberou forças de transformação social então desconhecidas, um momento no qual tudo pareceu possível, foi então gradualmente sufocada pela dominação do controle político e do establishment islâmico.

Mesmo no caso de movimentos claramente fundamentalistas, é preciso ser cuidadoso para não perder de vista o componente social. O Talibã é usualmente apresentado como um grupo fundamentalista islâmico que impõe suas leis pelo terror. No entanto, quando, na primavera de 2009, eles tomaram o Vale de Swat no Paquistão, o The New York Times noticiou que eles arquitetaram "uma revolta de classe que explora profundas fissuras entre um pequeno grupo de ricos donos de terra e seus inquilinos desprovidos de um chão". Se, ao "se aproveitar" dos apuros dos agricultores, o Talibã estava criando, nas palavras do New York Times, "um alerta sobre os riscos ao Paquistão, que permanece sendo largamente feudal", o quê impediu os democratas liberais do Paquistão e dos Estados Unidos de, da mesma forma, "se aproveitarem" desses apuros e de tentarem ajudar os agricultores sem terra? Ocorre de as forças feudais no Paquistão serem aliados naturais da democracia liberal?

A conclusão inevitável a ser delineada é que a ascensão do islamismo radical sempre foi o outro lado do desaparecimento da esquerda secular nos países muçulmanos. Quando o Afeganistão é retratado como sendo o exemplo máximo de um país fundamentalista islâmico, quem ainda se lembra que, há quarenta anos atrás, ele era um país com uma forte tradição secular, incluindo um poderoso partido comunista que havia tomado o poder lá sem dependência da União Soviética? Para onde essa tradição secular foi?

É crucial analisar os eventos em andamento na Tunísia e no Egito (e no Iémen e ... talvez, com esperança, até na Arábia Saudita) em contraste com esse pano de fundo. Se a situação for eventualmente estabilizada de modo ao antigo regime sobreviver, apenas passando por alguma cirurgia cosmética liberal, isso irá gerar um intransponível retrocesso fundamentalista. Para que o legado chave do liberalismo sobreviva, os liberais precisam da ajuda fraternal da esquerda radical. De volta ao Egito, a mais vergonhosa e perigosamente oportunista reação foi aquela de Tony Blair noticiada na CNN: mudança se necessário, mas deverá ser uma mudança estável. Mudança estável no Egito, hoje, só pode significar um compromisso com as forças de Mubarak na forma de ligeiramente alargar o círculo do poder. Este é o motivo pelo qual é uma obscenidade falar em transição pacífica agora: pelo esmagamento da oposição, o próprio Mubarak tornou isso impossível. Depois de Mubarak enviar o exército contra os protestantes, a escolha se tornou clara: ou uma mudança cosmética na qual alguma coisa muda para que tudo continue na mesma, ou uma verdadeira ruptura.

Aqui, portanto, é o momento da verdade: ninguém pode arguir, como no caso da Argélia uma década atrás, que permitir eleições verdadeiramente livres equivale a entregar o poder para fundamentalistas islâmicos. Outra preocupação liberal é de que não existe poder político organizado para tomar o poder caso Mubarak parta. É claro que não existe; Mubarak se assegurou disso ao reduzir a oposição a ornamentos marginais, de forma que o resultado acaba sendo como o título do famoso romance de Agatha Christie, "E Então Não Havia Ninguém". O argumento de Mubarak - é ele ou o caos - é um argumento contra ele.

A hipocrisia dos liberais ocidentais é de tirar o fôlego: eles publicamente defendem a democracia e agora, quando o povo se rebela contra os tiranos em nome de liberdade e justiça seculares, não em nome da religião, eles estão todos profundamente preocupados. Por que aflição, por que não alegria pelo fato de que se está dando uma chance à liberdade? Hoje, mais do que nunca, o antigo lema de Mao Tsé-Tung é pertinente: "Existe um grande caos abaixo do céu - a situação é excelente".

Para onde, então, Mubarak deve ir? Aqui, a resposta também é clara: para Haia. Se existe um líder que merece sentar lá, é ele.

(*) Nota do Tradutor: o título original do livro de Agatha Christie é "And Then There Were None", conhecido aqui no Brasil como "O Caso dos Dez Negrinhos".

Referências feitas pelo autor:
http://www.guardian.co.uk/world/2010/feb/02/iran-mousavi-dictatorship-khameini-protests

http://www.nytimes.com/2009/04/17/world/asia/17pstan.html?_r=1

Fonte: http://www.guardian.co.uk

Traduzido por Henrique Abel para o Diário Liberdade.