domingo, 13 de julho de 2008

A VIBE DA SEMANA PAULEIRA

SEMANA PAULEIRA

Semana pauleira...muito positiva: correria louca com a produção do Sarau poesia Na Varanda que ficou muito bacana e rolou na sexta, dia 11...Robson Gabirú , como sempre convincente e empolgante com sua música repleta de referências e diferenciais...A Cia de Teatro da Casa das Inspirações, foi emoção pura com seu espetáculo que dramatizou o E.C.A (Estatuto da Criança e do Adolescente)...Os poetas convidados e os do público também trouxeram emoção e encanto...Fechamos a noite com dois filmes que trouxeram ao mundo real o Projeto Cine Clube do Velho Brejo, que convidou O Coletivo Anti Cinema que exibiu o curta " O Filme do Filme Roubado da Loja de Filme" e ainda a Sônico Filmes que exibiu o institucional "Uma Mão Suja a Outra"...Grafitagem ao vivo com Kajá...Jardim, flôres, cervejinha gelada, muito frio e gente bacana por todo lado...

Sábado rolou um descanso básico e bem merecido...Pois a correria foi neurótica e ademais domingo pela manhã, já as 08:30 era hora de estúdio. Pois é, a galera botou pilha e resolvi acabar com o pouco de tempo que tinha somando na formação de mais uma banda...vamos fazer barulho...Ainda sem nome e com a formação básica de baixo: Daniel, guitarra: Joilson, bateria: Celson, vocais: Sylvio Neto e Renato Aranha já no primeiro ensaio rolou maior quimica e a produção de uma música já rolou...Cuidado ahê que estou de voltaaaaaaaaa...Um mic na mão, idéias na cabeça, um louco para me acompanhar e um puta cast de musicos do caraio para zunir com tudo...

A tarde um belo encontro com o passado (mais um...). Clube dos Subtenentes e Sargentos da Vila Militar, churrasco, cerveja e amigos já distantes a vinte anos...Putz...Emoção pura, muto papo, abraços...sacanagens e o passado vem chegando, chegando...Muita vibe para uma semana só...

Tristeza ao chegar em meu bairro e saber que havia mais um assassinado na porta do JP Bar. No único local de diversão do bairro (acho até que se pode chamar de aparelho cultural pois que reúne em torno de um forró um contingente enorme de migrantes nordestinos que ainda não conseguem suspirar aliviados para ir até a Feira das Tradições Nordestinas, em São Cristovão) e é premiado, reprimido e premido com esta circunstância: Tá lá o corpo estendido no chão...

Amanhã osto as histórias contadas por Wilson Moreira no show do dia 5 na AMC...

sexta-feira, 11 de julho de 2008

DIVINAL E DIVERTIDA ARROGÂNCIA DE DETALHES

Para fechar a noite é servida a entrada: O Monstro Sagrado Wilson Moreira

Antes de versar prosa sobre a participação do Wilson Moreira no evento vou deixar aqui registrado três eventos que surgem a partir de sua presença , ali.

1.Ao ser abordado por mim, que só tomei coragem de ir até ele após a quarta garrafa de Antarctica (patrocinada pelos amigos professores e irmãos de luta Renato Aranha e Walter), muito cordialmente o Wilson levantou-se da mesa onde estava com sua animada esposa e lançou a mão para um aperto daqueles (suei frio ao lembrar de seu famoso apelido, “alicate”, por conta de seu tradicional e forte aperto de mão...mas a coisa rolou light);

2.Eu, Após pedir desculpas pelo incômodo e saudar sua obra, perguntei se ele poderia tocar Oloan e Mocotó do Tião, ao que muito gentilmente ele respondeu: - olha “Oloan” eu canto sim...mas “mocotó do tião” eu não sei se vai dar... Muito gentil demais – depois já ao final do show revelou por conta da minha falta de educação – gritei várias vezes, toca mocotó do tião, toca mocotó do tião...mas a esta altura já havia bebido mais de meia dúzia de Antárcticas patrocinadas..

3. Wilson contou vários causos. Um deles foi provocado pelo fato de ser presença próxima ao local onde estava a tocar, nada mais nada menos que Sérgio Sampaio a quem Wilson dedicou homenagem e o chamou de monstro sagrado...Passados alguns segundos desta declaração...começou a rir e parou a música, para falar de mais um causo...Em determinado local e época...alguém foi chamado de Monstro Sagrado...que sentindo-se ofendido e sem compreender o por que... retrucou monstro sagrado é sua mãe.

4.Enquanto trabalhava no presídio, ele, Wilson Moreira e Ney Lopes fizeram uma composição que denominaram Violenta Emoção. Em um coquetel na casa de amigo conheceram Zezé Mota e seu produtor e tocaram a musica que foi gravada para posterior análise Tempos depois, o produtor, a pedido de Zezé, lhe telefona para avisar que ela será gravada por Zezé e ainda lhe pede para que troque o título da música para Senhora Liberdade, Ele, Wilson então liga para seu parceiro Ney Lopes e pergunta; - o que fazer?...O Ney diz: - deixa trocar..Zezé havia achado o título muito violento.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Moacyr Luz - ARROGÂNCIA DE PRIMEIRA - Para designar o exagero da qualidade eu vou passar a usar a palavra Arrogância...

A garotada da casa, excelentes músicos, apresentaram-se conduzidas pelo mestre/maestro/professor (olha a trindade aqui), Bernardo. Apresentaram clássicos de Paulinho da Viola, este foi o ante pasto...Arrogância pura na pureza da música de Paulinho e na execução dos futuros mestres do samba e da musica em geral.

Após a performance da casa nos é oferecido o consumée com o compositor Moacyr Luz que canta e encanta com causos de sua vivência com diversos monstros (e sobre esta frase rola uma bela e arrogante história) música brasileira. Suas composições são grandes pérolas da musica que encantam, submetem, resguardam e ressalvam as raízes da formação de nosso povo e ainda com natural arrogância diverte.Gravado por Martinho da Vila, Maria Bethânia, Nana Caymmi, Gilberto Gil, Leila Pinheiro, Fafá de Belém, Fátima Guedes, Leny Andrade e Rosa Moacyr, entre outros...Parceiraço de Aldir Blanc, também compôs com Wilsom Moreira e Ney Lopes...Quer saber? Arrogância de primeira.

ARROGÂNCIA NA TRINDADE DA EXISTÊNCIA DO EVENTO


Para designar o exagero da qualidade eu vou passar a usar a palavra Arrogância...

Gosto de criar expressões a partir do significado já conhecidamente comum de determinadas palavras: Uso a palavra barroco (e é lógico entendendo-a como expressão de um momento artístico de determinado período histórico), quando quero exprimir exageros, quaisquer que sejam: da beleza a burrice...Mas nem todo exagero pode trazer como sinônimo a expressão barroca por conta de que não há exatamente qualidade no exagero – pode ser que sim e pode ser que não.
Para designar o exagero da qualidade eu vou passar a usar a palavra Arrogância...
Existe uma arrogância natural na qualidade da apresentação de determinadas obras de arte. Existe uma absurda arrogância que se mostra em detalhes e que está instalada na forma com que se desenvolve a cultura de certas expressões artísticas. E ainda é extremamente arrogante a qualidade da obra de certos artistas.
Minha prolixidade move-se em direção a sábado, último passado, dia 05 de julho e posta-se diante da memória luxuriosa e arrogante do evento apresentado pela ONG AMC, da Pça da Bandeira (V.dos Teles/S.J. de Meriti) a roda de chorinho e samba (rola também a roda de feijão) com uma homenagem feita a Paulinho da Viola e show com Moacyr Luz e Wilson Moreira

MESA DE BAR

A arrogância não é meu forte. Quando pressionado talvez me deixe vencer. Não soul jornalista e não vivo obrigado a escrever todos os dias para que meu pão esteja na mesa. A verdade é que, o que escrevo, são réplicas não feitas pela sociedade sobre fatos reais que me afligem no dia a dia. As réplicas são sobre ações da mídia e o comportamento de algumas autoridades, jornalistas e apresentadores (que por vezes, nem são culpados pelas ofensas que produzem, pois acabam por refletir mais a linha de atuação da emissora que por vezes a deles próprios, fato que nos remete ao texto anterior sobre pressupostos).Não escrevo por necessidade econômica e sim por necessidade de expressão...Dahí sai o fato de estar sempre entre o objetivo e o subjetivo...e de estar sempre envolvido em sentimentalidades...Este aqui é o espaço chopinho digital...é tal qual mesa de bar...
PRESSUPOSTO

Surge uma nova versão para a merda que a policia fez contra toda a sociedade brasileira. A bala que teria ferido mortalmente o menino seria de AK 47. Arma que a polícia militar não usa.

O Wagner Montes que além de apresentador, deputado e papagaio de pirata é agora também papagaio de repetição - por conta de repetir várias vezes à novidade, defendendo assim de forma subliminar e não direta a sua ‘poliçada’ - e faz uma emenda ridícula ao que havia já falado minutos antes, hoje, em seu programa (por volta das 14:00 hs), disse ele: - eu só digo o seguinte a polícia não usa AK 47 (falou umas duas vezes em close). Quando ato contínuo e no mesmo programa a matéria feita com testemunhas, contradiz esta versão, ele dá um salto de gato – sim para trás – e passa a dizer que o depoimento mais importante será o da mãe da vitima fatal (coisa que já havia sido falada pelo delegado responsável pelo inquérito).

Pergunto: Importa... agora... saber... qual foi a bala que feriu o menino? Se por acaso foi a dos bandidos a culpa e a merda dos policiais será diminuída?...É lógico que esta minha pergunta é imbecil, posto que para a conclusão do inquérito e todos os blás, blás, blás que levarão a cadeia e a expulsão dos dois, este acaba por ser um, dado relevante - saber de onde realmente partiu o tiro fatal - mas o é, tanto quanto é, o pressuposto de que se alivia a barra comprovado o tiro disparado pelos bandidos em fuga.

A polarização da discussão agora arrola o Estado e a própria Instituição Polícia, pois que, o treinamento é indevido mal feito, pouco didático e nada prático (alguém pelo amor do deus que o povo cristão brasileiro clama... desconhecia este fato? É a primeira vez que a truculência vence a razão?).

Os policiais reclamam do treinamento de formação e da reciclagem: A falta de formação adequada para seguir uma carreira de risco pressupõem o inteligente, abandono da farda ou da investidura. Não justifica assassinatos, extorsão e nem nada que os tais vivem a cometer em seu dia a dia. Será que o policial que não aceitou a propina de $ 1.000.000 (Hum milhão) de dólares, do Daniel Dantas, o fez por honestidade ou por conta do fato de saber que iria dar M.? O fato de que nós precisamos acreditar que sim, que ele não aceitou por que é honesto e que ainda, a prova disto que é o próprio ato e fato em si, não pode esvaziar a duvida. Não há pressuposto em nenhuma das posições.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

TRANQUILO COM MIJO DE ESQUILO

Tranqüilo, tranqüilo, tranqüilo.
Dizia eu de meu estilo
Quando o outro zumbe
hiiiii...viu passar a correr aquele esquilo?

Mas estamos na urbe...
que porra
que esquilo?
Já não existem nem no Campo Santana

Não...não...não mete a mão naquilo
E o que é que tem?
é a bunda do Esquilo
caralho...e minha mulher
A ana É lá esquilo, o doido?

Eu sabia que não deveriater bebido aquilo...

Que qui tu bebeu afoito?

O mijo do esquilo
Ah!!pro caralho
tu tá doido
Õ matraquilho?