sábado, 20 de junho de 2009


SOL E CHUVA

Quando me quero
Soul mesmo
Menos que posso

Quando posso quase ser o que quis
Sou mesmo quase nada
Diante do que já fiz

Sem respostas
E senhor de muitas apostas
Vivo um viver
De ser
Muito menos pelo que já fiz

Não há razão em subjugar o não
E nem subjetivismos impossíveis
Na criatividade do sim
E os meios
São apenas estradas de sol e chuva

Um comentário:

Bruno Ribeiro disse...

Caro Syvio, estou retribuindo a visita ao meu botequim e agradecendo a citação do meu texto em seu manifesto. Parabéns pela iniciativa de discutir a poesia, um dos pilares da cultura do povo - de qualquer povo! Axé.